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A Índia que vivi

A Índia que vivi

Por Catarina S Rudge Leite 


SEM LEGENDA

Me encontrei em outro mundo quando cheguei na Índia. Em um mundo no qual as pessoas entregam suas vidas aos deuses. Um mundo em que viver é apenas sobreviver, sem perder a fé. Na Índia são cultuados mais de 330 milhões de divindades! Um país com números impressionantes, onde são faladas mais de 22 línguas oficiais, além de dialetos, por mais de 1 bilhão e 400 milhões de habitantes.

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Enquanto estive lá, minha mente se abriu para os conhecimentos entrarem. Não fiquei chocada com o que vi, pois viajei sabendo que iria conhecer algo que nunca havia imaginado.  Mergulhei em meio a centenas de milhares de pessoas pobres, que buscam meios para sobreviver, enquanto poucas, que possuem muito dinheiro, vivem em casas luxuosas e desfrutam de todo o conforto moderno.

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 Nas ruas, lixo espalhado por todo o chão, muitas vacas (que lá são consideradas sagradas), cachorros, macacos nos muros, crianças correndo, mulheres com bebês no colo, em busca de uma moeda para garantir sua alimentação do dia. O trânsito é uma confusão.

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É de se pensar que não existem regras.  Por exemplo, a seta parece não importar. Para avisar que você vai passar, basta buzinar, para você fazer uma curva, buzine, se você quer avisar que está atrás, buzine. Tudo no trânsito é resolvido com buzinas. Em 25 dias de viagem, o lugar que mais me marcou foi Varanasi. É a cidade mais sagrada para os hindus, que são a maioria absoluta da população.

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Ela é banhada pelo rio Ganges, onde todos os dias moradores e peregrinos tomam banhos de purificação, fazem oferendas, lavam roupa, jogam o lixo, e onde se realiza a última purificação antes da cremação, (lavando o corpo e colocando água na boca do falecido). Todos os dias acontecem milhões de cerimonias de agradecimento, purificação e cremação. Todo dia é um novo começo, uma nova chance, ou um novo fim. Me faz pensar”.

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Catarina S Rudge Leite tem 12 anos, é filha da jornalista, Chris Rudge Leite, e do arquiteto, Luiz Felipe Rudge Leite.



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