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Viagem | Etiqueta
Cido Pisani

ETIQUETA NAS ALTURAS

As normas e a importância do bom comportamento na hora de viajar 

SEM LEGENDA

Os brasileiros têm viajado cada vez mais. Segundo dados da BRAZTOA (Associação Brasileira das Operadoras de Turismo), só em 2017, aproximadamente, 1,2 milhão embarcaram para o exterior, um crescimento de 26% com relação ao ano anterior, quando foram 954 mil. Os mais variados destinos e os pacotes que incluem facilidades no pagamento contribuem para que viajar esteja sempre entre os principais objetivos de pessoas de todas as idades. Para evitar desconfortos, no entanto, é preciso manter a boa organização em todos os sentidos atentar-se às várias normas. Ter acesso aos preceitos básicos de conduta é sempre importante, além do bom senso. Mais que a questão de se situar, torna-se necessário, para muitas pessoas, repensar comportamentos para não ser o chato inconveniente.

Segundo a ANAC (Agência Nacional da Aviação Civil), o passageiro deverá observar alguns requisitos para o adequado andamento do embarque. Tal como se apresentar no horário informado pela companhia com o documento de identificação contendo foto. Precisa verificar a exigência de visto de entrada ou trânsito, certificado de vacinação e outras exigências dos locais de destino. É importante obedecer aos avisos da empresa aérea porque ela poderá negar o embarque e aplicar eventuais multas contratuais. Sendo o comandante a autoridade em voo, possui a prerrogativa de desembarcar qualquer pessoa. Poderá tomar tais medidas necessárias à proteção da aeronave, das pessoas e dos bens transportados. Além de adiar ou suspender a partida quando julgar indispensável à segurança do voo.

Seja qual for o motivo, viagens com família, amigos, férias, negócios, ou estudos, é bom ter algumas condutas para viajar tranquilo. Maria Inês Borges da Silveira, consultora de comportamento profissional e de etiqueta social, elenca dicas para um bom comportamento do viajante. “Tanto na viagem de avião, navio, ônibus ou trem, é fundamental respeitar as filas e os horários. Não tem nada mais deselegante que furar filas. Hoje, existe um horário determinado nos aeroportos, exigindo também uma antecedência do horário do voo para fazer um check-in tranquilo”, avaliza. 

Segundo a profissional é essencial manter a calma, tolerância e educação mesmo quando existirem atrasos por parte das companhias e outros passageiros. “Precisando de algo, sempre tratar as aeromoças, recepcionistas e atendentes com muita educação”, diz. “Se alguém pedir alguma informação, ou ajuda, seja solidário e educado. Mas, caso queira ajudar e percebe que não é bem aceito, apenas sorria e responda amigavelmente ‘tudo bem’”.  Ela atenta a um detalhe bem importante referente às regras de equipamentos, tanto no Brasil quanto em outros países, que é o de estipular tamanhos e peso das malas. “Programe-se antes de viajar, analise o clima, quantos dias vai ficar fora e a peculiaridade do lugar. Lembrando que o exagero não é elegante. Mala média é ideal, com rodinhas para facilitar. Devemos levar o essencial para usar durante o período de viagem, roupas práticas, cores neutras que combinem com tudo”, orienta.

SEM LEGENDA

Seja qual for o meio de transporte, Maria Inês ressalta que, ao se acomodar no assento, é bom observar o espaço e usá-lo adequadamente, sem ultrapassar ou invadir os limites do vizinho. Também se deve ter cuidado com a inclinação do banco para não atrapalhar desnecessariamente, além de ter atenção ao guardar e retirar as bagagens de mãos sem atingir ninguém. “Adepto ao uso da mochila, muito cuidado para não bater nas pessoas ao redor, principalmente ao virar-se”, acrescenta. “Caso viaje à noite, após o horário permitido, evite ruídos, luz acessa e conversas desnecessárias”.

A consultora aponta um erro bem comum e cometido em trajetos de avião pela grande maioria dos passageiros usuários das classes econômicas. “Quando estamos nas classes doméstica ou turística, precisamos esperar e aguardar os que estão na frente. Jamais devemos sair correndo do último banco para sermos os primeiros a desembarcar. Até porque aqueles que viajam em primeira classe e executiva, normalmente, entram e saem primeiro”, adverte.

Claro que as dicas não visam engessar as pessoas e doutrinar comportamentos. Até porque muitos dos conselhos são questões de convivência coletiva e deveriam ser hábitos espontâneos, como, por exemplo, a necessidade de manter o banheiro limpo - seja de avião, ônibus, rodoviária, aeroportos, etc. - quando usar, deixando-o tal como o encontrou. Além de recompor a aparência chegando ao seu destino, também é fundamental retirar-se, certificando que o lugar está organizado e sem acúmulos de sujeira. Já que, muitas vezes, o meio de transporte fará conexões para embarque de outros passageiros, e ninguém quer viajar em situações desconfortáveis.




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