Edição 137

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O Colecionador

Entretenimento
Marcelo Schaffauser
Foto: Milton Flávio

O Colecionador

Eleito pelo RankBrasil, em 2013, Alex Mamed tem coleção com mais de 300 consoles e sonha em construir o primeiro museu do videogame do Brasil

SEM LEGENDA

Brincadeira de criança? Nada disso! Engana-se quem pensa que gostar de videogames é coisa só para adolescentes. Em São José do Rio Preto, o empresário Alex Mamed prova para todo o país que os adultos também querem fazer parte da brincadeira, e com 322 consoles, 7 mil jogos e mais de 3 mil acessórios, Alex conseguiu, em 2013, ser eleito pelo “RankBrasil”, o maior colecionador de videogames do país.“Fui eleito depois de meses de pesquisas pelo Brasil, para saber quem era o maior colecionador. Foi uma grande surpresa, porque conheço outras pessoas que têm grandes coleções. Na época fui eleito com a marca de 300 consoles diferentes. Fiquei muito feliz e, hoje, incentivo os que estão começando”, conta.

Com toda essa coleção, o empresário já realizou várias exposições pelo noroeste paulista, sendo as mais recentes em São José do Rio Preto e Araçatuba. “Estou com contatos para fazer novas exposições de grande porte pelo Brasil, onde quero mostrar um pouco mais de minha coleção e a historia da evolução dos videogames. Quero que as pessoas se lembrem da infância e tentem reviver um tempo em que era bom se divertir”, diz Mamed.

Alex conta que o universo dos games está em crescente evolução e movimenta várias áreas de trabalho com altas produções. “Atualmente, o orçamento para fazer novos jogos, ultrapassa famosos filmes de Hollywood. As novas tecnologias de videogames e o interesse das pessoas pelos jogos faz com que a indústria se especialize cada vez mais. Por exemplo, os jogos com sensores de movimento, jogos on-line, entre vários participantes, e imagens que se aproximam muito da realidade. Se no passado o videogame era visto apenas como um brinquedo eletrônico, hoje é uma profissão”, afirma.

O empresário que tem o sonho de construir o primeiro museu de videogames no Brasil, conta que existem algumas empresas interessadas no projeto. “Minha coleção mostra 40 anos da existência dos videogames e cada dia está crescendo, com novos aparelhos, acessórios e jogos adquiridos, por meio de muito trabalho, contatos e pesquisa. Meu sonho de fazer o museu é mostrar que os videogames não escolhem idade, raça, sexo ou nacionalidade; eles estão em toda parte, em qualquer lugar do mundo, trazendo diversão, raciocínio, disposição e interagindo a todos”, finaliza.




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