Edição 131

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Preenchimento da Região Orbitária:

Procedimento
Douglas Sicotti
Foto: Milton Flávio

Preenchimento da Região Orbitária:
Tratando a moldura dos olhos

SEM LEGENDA


Nos últimos anos, a procura de procedimentos para retardar o envelhecimento tem sido cada vez maior entre homens e mulheres. Sabe-se que ter uma aparência saudável está diretamente relacionado a uma autoestima positiva, que está associada ao sucesso pessoal e profissional.
“De forma geral, no que diz respeito ao envelhecimento facial, a face do ser humano perde volume de músculos, cartilagens, gordura e massa óssea. A pele, que vai acomodar essas estruturas, tende a ficar menos vistosa, inelástica e incapaz de acomodar estas estruturas de forma adequada”, explica o médico Fernando Drimel Molina. “A região dos olhos é a mais expressiva da face, onde o ser humano evidencia suas emoções. Determinadas alterações dessa região podem conferir, ao indivíduo, uma expressão fisionômica que não corresponde ao seu estado de espírito, como a de tristeza ou de cansaço”, analisa o profissional, que também argumenta que as principais alterações da região periorbitária relacionadas ao envelhecimento são queda da sobrancelha, surgimento de bolsas palpebrais, alterações da qualidade da pele e a perda de volume dessa região. “A perda de volume em volta dos olhos, principalmente na porção inferior da órbita, concede à face características de envelhecimento e faz com que essa região não sofra ação direta da luz - áreas de sombra -, que é uma das causas dessa região tornar-se mais escura, com as ‘olheiras’. Já quando essa perda de volume ocorre na porção superior da órbita, a distância entre a pálpebra superior e a sobrancelha fica acentuada e, temos, como consequência, os ‘olhos encovados’, ou, como a literatura médica chama, órbita senil. É nesse contexto que entram os preenchimentos da região periorbitária, harmonizando o volume e o contorno, diminuindo, dessa forma, as áreas de sombra e profundas dessa região, tornando-a  mais clara”.
O médico salienta que a avaliação e o tratamento dessa região devem ocorrer de maneira individualizada. “Consequentemente, grande parte das pessoas podem se beneficiar de procedimentos pouco invasivos, como os preenchimentos, que têm como finalidade repor o volume e o contorno, criando um aspecto mais jovem e natural para o olhar”. 


SEM LEGENDASEM LEGENDA


Prof. Dr. Fernando Drimel Molina, do “Instituto Molina e Pissolati”, é membro do serviço de Cirurgia Crânio-Maxilo e Plástica Facial do Departamento de Otorrinolaringologia da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto e membro da Academia Brasileira de Cirurgia Plástica Facial.



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